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Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais

Planejamento e consumo de energia no enfrentamento de eventos climáticos extremos

Desde tempos remotos, um lugar que proporcione segurança e proteção a seus habitantes contra eventos climáticos externos é uma necessidade básica. Ao longo do tempo, os espaços habitados foram se diversificando em função das atividades realizadas no seu interior. Variáveis como o número de pessoas e o tamanho do espaço de convivência interferem nas horas de permanência em um local. Assim, espaços interiores percebidos como desconfortáveis podem ser habitados por menos tempo em comparação a outros considerados adequados ou agradáveis. No caso de atividades comerciais ou locais de trabalho, os limites de permanência toleráveis em espaços desconfortáveis podem ser estendidos tendo em vista que o usuário estaria disposto a sacrificar seu bem-estar para receber sua remuneração.

No contexto residencial, como espaço habitado ao longo do ano, estima-se que a permanência de pessoas que combinem atividades dentro e fora da residência varie entre 8 e 12 horas por dia, sendo superior a 12 horas para pessoas que, por deficiências de saúde, permaneçam nas residências. Nesse caso, a relação do tempo de permanência com os ideais de segurança, proteção e atividades a serem realizadas deve favorecer a convivência no interior, apesar das limitações dos ocupantes. Assim, a avaliação das condições arquitetônicas e dos serviços básicos que respondem às nossas necessidades é uma prioridade. Infelizmente, em muitos casos, esses quesitos não são priorizados, pois dependem da disponibilidade econômica, da atividade laboral ou formativa, dos aspectos culturais e do número de habitantes. Essa situação não atende aos requisitos mínimos de habitabilidade planejados ou recomendados, com o risco de reduzir a qualidade do ar e afetar a saúde de seus ocupantes.

 

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